roda a saia do vestido
suculentas as perninhas que se escapam
numa sinfonia
qualquer
amanhece no peito do amante
diurno
no parapeito encontra uma pinta fugida
do vestido
sem penas ou lamentações
o amor em carteiras e em vasos
ou a estrangular qualquer um
em qualquer lugar
noites inter.mináveis
rebentam
braços-casa
bela adormecida em lençois sujos
sofás que nos afastam o corpo
calor
suspirar
ventoinhas dão vontade de chorar
e ainda assim
adormecer
de pés entrelaçados
almofadas no chão
um beijo tranquilo no despertar do sono
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário